De dentro pra fora…

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Quando se esta pensando na construção, pouco se pensa na finalização de alguns materiais, entao hoje resolvi pesquisar sobre janelas, ja que alem da estetica ter q combinar com a contrução a sua função vai muito além disso.

As janelas são consideradas componente das edificações, embora elas, em si, sejam um sistema de partes fixas e móveis, constituído por diversos componentes que se encaixam ou se ajustam para permitir o seu funcionamento. Elas são projetadas com as seguintes finalidades:

1- controlar a iluminação ambiente;
2- promover uma ventilação adequada;
3- impedir a penetração de águas pluviais e ventos;
4- isolar o ambiente do ruído externo;
5- oferecer segurança contra entrada de pessoas estranhas e animais;
6- oferecer conforto na sua utilização e no seu manuseio.

Os principais modelos disponíveis no mercado são:

• Bay-window – típica da arquitetura inglesa, esse modelo de janela, sempre instalada no piso térreo, tem três faces que se projetam para fora do prumo da construção. Possui variações como a oriel-window, instalada no andar superior e ocupando todo o pé-direito do ambiente, e a bow-window, que, em vez de facetada, projeta-se para fora das paredes como um volume semicircular.

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• Sanfonada – também conhecida como camarão, move-se no sentido horizontal, flexionando suas folhas com a ajuda de dobradiças. Regula bem a entrada de luz e ar, mas quando fechada não permite boa estanqueidade.

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• Basculante – projeta-se para dentro ou para fora, num movimento de rotação em torno de um eixo horizontal ou por meio de um braço de articulação. Dependendo do ângulo de abertura de suas folhas, a ventilação é parcial mas constante

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• Máximo-ar – denominação de janelas cuja abertura deixa os vidros numa posição perpendicular em relação à esquadria. Garante boa ventilação e iluminação, mas pouca privacidade.

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• Veneziana – com palhetas na horizontal, que se apóiam na caixilharia. Além da de palhetas estreitas, existe o tipo portuguesa, cujas palhetas em balanço avançam para fora do caixilho. Proporciona ventilação mesmo fechada.

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• De correr – bastante utilizada, move-se ao longo de trilhos; é chamada de deslizante quando se abre para as laterais, e de guilhotina quando se abre para cima e para baixo. Em ambos os casos, apresenta manobras simples, que poupam os espaços ao redor, tanto interna como externamente. A ventilação apenas se dá em 50% da abertura.

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• De abrir – assim são chamadas as janelas tradicionais que liberam 100% do seu vão para entrada de ar, sem nenhuma resistência ao vento. Existem as de folhas duplas (caso se abram para dentro, dificultam a colocação de cortinas; se para fora, o uso de grades de segurança ) e as de folhas simples. Tanto numa quanto noutra, as folhas se  fixam apenas quando abertas ou fechadas totalmente.

• De tombar – este tipo de janela, como o nome já diz, tomba para dentro, mas apenas na parte superior da esquadria. Apesar de não liberar totalmente o vão, oferece aeração constante e boa vedação contra chuvas e ventos.

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• Pivotante – determinada por movimento giratório em torno de um eixo (pivô) vertical instalado no meio da abertura ou mais próximo de uma das bordas. Cria vãos que permitem a circulação do ar em todo o ambiente, mas dificulta a colocação de cortinas e grades.

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• Vitrôs – uma ou mais folhas de vidro que se movem na vertical ou na horizontal a partir do comando de uma alavanca. Além de não liberarem o vão para passagem total do ar, proporcionam reduzida vedação.

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• Vidro fixo – este tipo de janela se caracteriza pela imobilidade tanto dos vidros como dos caixilhos, que se mantém fixados à abertura. Com luminosidade, estanqueidade e segurança garantidas, a aeração, por sua vez, é nula.

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Geralmente, as esquadrias são produzidas em quatro materiais básicos: madeira, alumínio, aço (fero) e PVC.
A madeira, má condutora de calor e som, mas excelente isolante termoacústico, destaca-se pela nobreza que confere aos acabamento. São as mais recomendadas para casas de praia e campo por oferecer, quando tratadas corretamente, boa resistência à maresia e intempéries. Aliás, o tratamento recebido pela madeira é de fundamental importância para determinar a opção pelo produto. O tipo de madeira também deve ser observado, já que algumas são mais resistentes a microorganismos que outras, não necessitando sequer de tratamento.
As de aço, conhecidas como “de ferro”, difundiram-se entre as construções populares; pelo fato do material ser sensível à corrosão, esse problema foi minimizado com adição de cobre ao aço. Assim como as de alumínio, são boas condutoras de calor e som, e, conseqüentemente, péssimos isolantes termoacústicas.
A corrosão, que ataca o aço, não tem efeito sobre o alumínio.
O PVC utilizado na produção de caixilhos é o PVC Plus, que recebe aditivos químicos dotando-o de maior tenacidade a impacto e calor, e pigmentos para cor. Além do ótimo isolamento termoacústico, o PVC oferece boa vedação à água e ao ar, e demonstra grande resistência à poluição química.

Os vidros são elementos de destaque nas janelas, proporcionando segurança, luz e visibilidade às construções. O mais comum é o cristal liso, encontrado nas cores fumê, verde e bronze e com espessuras de 3 a 6mm. Porém, existem tipos tecnicamente mais sofisticados. É o caso do laminado, ideal para segurança, que apresenta uma camada de polivinil butiral (espécie de plástico prensado entre os vidros) que, mesclando tonalidades diferentes de vidro e plástico, permite maior diversidade de cores. Sua espessura varia de 6 a 40mm; em caso de quebra, os cacos se mantém grudados ao butiral.
Os aramados, com arames na horizontal e vertical, são fundidos junto com os componentes do vidro (sílica). Translúcidos e sem cor, constituem-se numa alternativa que fica apenas na promessa da paisagem, deixando a luz passar sem revelar com nitidez as imagens. Têm de 6 a 7mm de espessura.
Finalmente, os temperados, obtidos a partir do aquecimento e resfriamento abruptos dos materiais. Não permitem cortes ou furos depois de prontos, são produzidos sob encomenda, podendo ter 6, 8 ou 10mm de espessura. As colorações mais comuns são verde, marrom e cinza.
A fixação do vidro ao caixilho pode ser feita com a tradicional massa de vidraceiro (que apresenta o inconveniente de rachar, com o tempo) ou por silicone, que prende o vidro ao caixilho com tiras de borracha e garante total estanqueidade.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção – mai/93.

http://aprendaaconstruirereformar.blogspot.com.br/2011/01/tipos-de-janela.html

crédito das imagens: google imagens

O piso ideal…

Diante das inúmeras opções de pisos no mercado, a escolha precisa ficar mais criteriosa. Saiba como acertar na compra:

porcelanato, por exemplo, combina com todos os ambientes da casa, é um piso versátil e fácil de limpar. Outro tipo de revestimento bastante cotado é o piso de mármore, que pode ser usado na parte interna e externa da casa e que dá a sensação de conforto e elegância. Veja outras dicas para acertar na hora de reformar a casa!

Na hora de construir ou reformar a casa ou apartamento, muitos se esquecem que o revestimento é um dos itens fundamentais, e acabam escolhendo pisos apenas pela estética. Beleza aliada à funcionalidade é o casamento perfeito. O mercado oferece inúmeros tipos de pisos, começando pelas Cerâmicas tradicionais, passando pelo cultuado Porcellanato e pelos laminados e terminando no moderníssimo e ecologicamente correto acimentado refratário. Cada ambiente pede um tipo diferente de piso, que se adeque ao seu uso

o proprietário deve buscar um material que além de atender a sua necessidade pessoal, tenha beleza, praticidade e durabilidade. “O mercado apresenta hoje pisos que combinam com todos os gostos e realidades. Solteiros, casados, sem ou com filhos e até bichos de estimação possuem necessidades bem específicas. Muitas vezes o cliente escolhe um revestimento sem se preocupar com as especificações do espaço e acaba tendo problemas

CERÂMICO: “É o mais comum e utilizado, em função da variedade e praticidade. Pode ser usado em todos os ambientes, sempre obedecendo a escala de resistência à abrasão (PEI), que define a resistência ao desgaste provocado pelo tráfego de pessoas. O PEI varia de 0 a 5. Em banheiros e áreas molhadas o ideal é usar os antiderrapantes”.

PORCELLANATO: “É impermeável e possui alta resistencia quando comparado às pedras naturais e outros tipos de cerâmica. Por sua grande durabilidade, é especialmente indicado para todos os espaços da residência. É encontrado nas versões polida, esmaltada e natural. Na hora da compra observe se está levando a argamassa para assentamento indicada para porcellanato”.

LAMINADO: “Pode ser de alta pressão ou resistência. A grande vantagem é que pode ser instalado diretamente sobre pisos já existentes, como cerâmico ou taco de madeira. É uma solução prática, econômica e eficiente no caso de reformas, evitando os tradicionais “quebra-quebra” e acúmulos de entulhos. É antialérgico e sua manutenção é muito simples, bastando apenas um pano úmido. Não pode ter contato direto com água. Aconselha-se o uso em salas e quartos”.

GRANITO: “É um revestimento nobre e tradicional. Possui uma variedade grande de tons. Por ser liso, deve-se utilizar em ambientes não molhados como salas. O custo alto torna seu uso mais limitado”.

PEDRAS NATURAIS: “Mais indicado para ambientes externos, como piscinas. Tem acabamento rústico e é antiderrapante. Deve-se impermeabilizar com resina acrílica para diminuir a porosidade. Deve-se limpar com freqüência para evitar formação de lodos.”

Crédito das imagens: Google imagens

Use e abuse…

Este é o Box/Box, um pequeno quarto criado por uma empresa de arquitetura chamada Snarkitecture e decorado em parceria com um designer chamado Daniel Arsham. O que mais desperta a atenção do quarto de 8 m2 são suas paredes decoradas com 25 mil bolas de ping-pong 

Hoje vamos falar de um lugar que nunca se é levado como prioridade na hora de decorar sua casa, porém faz uma grande diferença no todo.

Uma parede comum, como as demais, pode se tornar atração principal na casa ou no ambiente se você aplicar um revestimento que harmonize com o entorno. O mercado de acabamentos oferece uma enorme variedade de materiais, com texturas, cores e preços que variam muito. É preciso muito cuidado na escolha desse material de destaque.

Em ambientes pequenos, por exemplo, o ideal é usar um material claro, liso ou com textura suave, que não diferencie demais a parede das outras. O tecido colado na parede é uma boa opção. No banheiro da foto abaixo adotou-se pastilhas de mármore da mesma cor das demais paredes, diferenciando-a somente pela textura.

Em ambientes amplos já pode-se abusar de estampas e cores fortes, como de papéis-parede

Se será rústico ou fino o material, isso deve ser escolhido de acordo com o estilo que será adotado no ambiente. No entanto, ainda pode-se fazer misturas sem perder o estilo mais evidente. Uma pedra rústica, por exemplo, pode ser utilizada em uma casa moderna, com a finalidade apenas de dar um charme

O ideal é associar a beleza do material com a praticidade que ele pode acrescentar ao espaço, como neste exemplo abaixo onde o granito na parede facilita a limpeza, além de dar à bancada um ar de modernidade.

É isso, espero que consigam transformar seu ambiente com esse charminho a mais!

Crédito das imagens: google imagens.