Vende-se amor…

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Como é gostoso ter aquelas pelúcias lindas que aconchegam mais ainda o nosso ambiente, não é mesmo? Quero a casa inteira com esses mimos, tenho fascinação por eles. Acho lindo, chique e engraçadinho. Só tenho que tomar cuidado com os exageros! Se eu não me policiar, fico sem lugar na casa de tantos toys! Pensa… eles entram, eu saio!!! rsrs

Mas mesmo assim, se tem uma coisa que de fato é novidade na decoração nesta década são os toys espalhados pela casa. Isso realmente nunca se viu antes. Libertados dos quartos das crianças, eles aparecem em qualquer lugar. Sempre fantasiados de outra coisa, já que não são brinquedos, não, não! São toys! Pelúcias fofas, mantas estampadas ou coloridas e utensílios divertidos, babei em tudo.

Sempre gostei de brincar com tosy na decoração, até mesmo antes de estudar a respeito. Mas, por mais que eu adore ter esse tipo de objeto, tenho um pouco de dificuldade em compra-los (por incrível que pareça).

Então, há pouco tempo tive a maior alegria… ACHEIII!!! A loja perfeita! Lá eu encontrei tudo o que estava procurando, e um pouco mais… Digo isso, porque não quero somente objetos decorativos, quero objetos que me passem algum tipo de emoção, que converse comigo e com o meu ambiente. Estou falando da loja Ob’jeteria. Ela fica lá no Shopping Plaza Anchieta, no segundo andar.

Toda as vezes que ponho os pés lá, não saem menos de 200 “owwnnss!!!” Vim então compartilhar essa sensação com vocês. Além da loja ser linda e super inspiradora, a proprietária, Jenanine Mendonça não fica pra trás. Ela faz você se sentir em casa, e é muito atenciosa e fofa. Quem puder, dá um pulinho lá!

E pra quem quiser, tem como conferir todas as novidadinhas online. É só clicar aqui.

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É isso…

Beijoooss!!!

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Vamos colorir o mundo!?

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Hoje acordei com muita vontade de pintar o mundo, brincar com cores,  extravasar….

Então vamos la!?

Primeiro vamos organizar e definir alguns pontos :

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Agora vamos começar a brincar. Eu sugiro que você faça um desenho, mesmo que você não seja o melhor desenhista do mundo, pode ser de qualquer jeito mesmo, distribua a localização dos moveis e sim, pegue as canetinhas do seu filho. Parece engraçado, mas realmente é como você fazia na escola. Você vai colorir, e na medida que for ficando bom, passe para outro papel e vá aperfeiçoado. Mude de papel umas quinze vezes se necessário.
Eu geralmente começo meus projetos assim, faço a distribuição com bolinhas, depois mudo o papel e a coisa começa a ganhar forma. Hoje posso dizer que cor é uma das principais características da Mimo Interiores, tenho total convicção que estas dão identidade ao nosso lar. Separei algumas imagens de referencias pra vocês. Não tenham medo de usar as cores, pode ser para colorir o chão, as paredes, os moveis, ou ate mesmo em formas. Brinquem! Se não ficar bom, você troca o papel… Até que uma hora você vai olhar pra aquela imagem desengonçaaaaada, e seus olhinhos vão brilhar. Aíii sim, tire do papel, corra na loja mais próxima, compre um balde de tinta e faça da sua casa uma autentica expressão de quem você é e de quem você espera se tornar…

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Bjocas, e espero que tenham amaaadoo!!!

PS: Quem fizer, mande os desenhos pra que eu possa anexa-los ao post!

 

Bruna Melo

Referencias de imagens:

Google imagens, Blog A casa que minha Vó queria e Revista casa Claudia.

Vamos pra balada??

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Hoje não me considero uma pessoa muito baladeira, mas posso dizer que já tive meu momento “sou da balada”, afinal quem não teve? Fiquei pensando esta noite sobre algumas decorações bem legais que vivi e outras nem tão legais assim. Como tenho vários amigos “baladeiros” e promoters resolvi escrever essa matéria sobre decoração em festas. Não quero entrar muito em temáticos como os clássicos, festas havaianas, juninas e etc… Acho que o ponto principal pra quando estamos prestes a fazer uma festa é definir um conceito, mesmo que não tenha nada a ver, isso facilita muito as nossas vidas. Claro que não digo pra você ligar para o seu designer e dizer: Querido o conceito deste ano vai ser araras azuis! Não, você pode, junto a ele, definir algo legal, expondo o que você quer e pretende com a festa, tipo de público alcançado e outros. Eu reparei que alguns clientes que tentam usar termos técnicos sem domina-los muito bem. Digo que não temos essa necessidade: expresse-se da forma mais simples, clara e objetiva, tenho certeza que acertaremos o seu pedido com muito mais precisão. Separei algumas imagens de festas legais que vi aqui na net. Quando se trata de alguma data comemorativa, a verdade é que cada um de nos tem vontade de transformar a sala de estar em uma boate, não é mesmo? Ai eu me pergunto, pq não??

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O Espaço Festa recria um clube intimista e exclusivo com lounges, pista de dança central, camarotes laterais, cabine do Dj e bar.

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Achei incrível esse espaço, podemos dizer que é uma área não muito utilizada da casa que foi usada para receber os amigos com bastante estilo. Extremamente aconchegante e de bom gosto!

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Este me ganhou, extremamente clean, aconchegante e aberto, esse contato com asa plantas e natureza dão um charme fora do comum, eu particularmente prefiro festas em lugares abertos, gramados ou sítios, tai um ambiente bem legal para se ter, além de poder receber os amigos acabara se tornando um espaço de encontros familiares!

É isso gente, espero que tenham gostado! Esqueci de mencionar, não sou muito boa com definições de palavras então nem sei se o termo certo seria “balada”. Espero que tenha dado pra entender!! rsrsrsrs

Crédito das imagens: google imagens.

Mini o que??

Gosto muito do estilo minimalista, que configura entre os meus favoritos. A concepção de um ambiente limpo, “clean”, enxuto, com apenas o necessário, é altamente atraente, pela limpeza visual que gera. Esse seria um estilo baseado no qual eu projetaria, por exemplo, para um apartamento pequeno. Fui criada sempre em casas grandes com quintais, de forma que ao ver-me morando há alguns anos em um pequeno apartamento, passei a repensar o modo de organização das coisas, os excessos, etc. Quando falo em excessos, refiro-me às “tralhas” que são absolutamente inúteis e que juntamos por anos a fio, além da mobília enorme e outras coisas, e depois ainda nos perguntamos: “onde está o espaço dessa casa?”, “por que nunca cabe nada na minha casa?”. Se você já se fez essas perguntas pelo menos uma vez, é hora de perceber que o problema nem sempre é o seu espaço, já que um bom designer consegue transformar qualquer tamanho de espaço em um ambiente agradável, funcional, confortável e esteticamente bonito.
A limpeza visual e a organização típicas do minimalismo refletem no nosso bem-estar, distanciando-nos do estresse do dia-a-dia, de um mundo exagerado de informações e de estímulos visuais; descansa os nossos sentidos. Se pudermos resumir o minimalismo em uma frase, esta certamente será “menos é mais”. A iluminação é preferencialmente natural e, quando houver necessidade da artificial, que seja embutida. Para a mobília tem que ser pensado cada detalhe, deve ser limpa visualmente, prática e elegante. A paleta de cores também é super simples, havendo a opção pelos tons claros (eventualmente o preto também é utilizado), que, ao terem incidência de luz, esta é refletida e o ambiente ilumina-se mais, além de conferir a ilusão de espaço majorado.

Será difícil para muitas pessoas conseguir alcançar o seu estado zen se vivem numa casa caótica, recheada de peças inúteis e que dificultam o dia-a-dia – é que a desorganização visual também pode ser fonte de stress e mal-estar. Este simples guia vai ajudá-lo a criar uma casa minimalista que, sem perder o conforto a que está habituado, torna-se estranhamente libertadora.

Benefícios de uma casa minimalista 

  1. Menos stressante. A desarrumação ou os espaços muito cheios são, em si, uma forma de distracção visual – há sempre algo a chamar a nossa atenção e, muitas vezes, da pior maneira possível. Quanto menos “coisas” tiver, menos stress visual terá. Uma casa minimalista tem um efeito calmante.
  2. Mais apelativa. Pesquise e compare fotografias de casas onde não cabe nem mais um alfinete com fotografias de casas minimalistas. Aquelas que pouco ou nada têm, à excepção de mobiliário bonito, algumas peças de arte bem escolhidas, elementos decorativos elegantes mas em pouca quantidade, são aquelas que nos seduzem mais. Pode tornar a sua casa mais apelativa, tornando-a mais minimalista.  
  3. Mais fácil de limpar. Quantas mais coisas tivermos em casa, mais difícil se torna a limpeza da mesma, uma vez que não é fácil limpar uma prateleira cheia de objectos ou aspirar um quarto que tem mais mobília do que o necessário. Pense no quão fácil seria limpar um quarto vazio em oposição a um quarto que tenha 50 objectos – claro que este é um exemplo extremo, mas serve para ilustrar este ponto.

As principais características de uma casa minimalista

  • O mínimo de mobiliário. Qualquer espaço minimalista requer apenas algumas peças de mobília essenciais – numa sala, por exemplo, podemos considerar um sofá, uma poltrona, uma mesa de apoio e uma mesa simples para a televisão (sem muitas prateleiras) e alguns candeeiros como sendo mais do que suficiente. No fundo, um quarto minimalista necessita apenas de uma cama, uma cómoda e mesas-de-cabeceira. O indispensável.
  • Superfícies despojadas. Numa casa minimalista, todas as superfícies lisas são despojadas, com a excepção de uma ou duas peças decorativas (ver ponto seguinte). As superfícies não estão cobertas de pequenos objectos, pilhas de livros, revistas ou papeis.   
  • Apontamentos decorativos. É claro que uma casa completamente vazia não seria muito atraente, pelo contrário, tornava-se até um pouco entediante. Em vez de ter uma mesa de apoio vazia, coloque um vaso com flores frescas; uma secretária sem nada pode ser adornada com uma bonita moldura; ou uma parede vazia preenchida com um quadro fabuloso. Menos é mais.
  • Qualidade em vez de quantidade. Em vez de encher a sua casa do chão ao tecto, um minimalista escolhe poucas peças, geralmente aquelas que adora e vai utilizá-las vezes sem conta. Por exemplo, uma estante vintage pode ser muito mais apelativa do que várias estantes pré-fabricadas.

Como criar uma casa minimalista

  • Uma divisão de cada vez. A não ser que se vá mudar para uma casa nova, é difícil simplificar uma casa inteira de uma só vez. Concentre-se antes numa divisão de cada vez, permitindo que esse espaço seja o centro da sua tranquilidade. Utilize-a como inspiração para simplificar o próximo quarto e o próximo… e depois o exterior da casa. 
  • Comece com a mobília. Os elementos de maior dimensão num qualquer espaço são sempre o mobiliário, por isso, deve começar por aí: simplificar um quarto significa olhar para a sua mobília e determinar o que pode ser eliminado sem prejudicar conforto e funcionalidade. Quanto menos mobília tiver melhor e escolha linhas simples, agradáveis, em cores sólidas e suaves.
  • Apenas o essencial. Seja uma peça de mobília ou qualquer outro objecto, saiba olhar para as coisas num determinado espaço e perguntar-se se é realmente essencial. Se consegue viver sem ele, retire-o. Tente despojar todas as divisões até restar apenas o seu essencial – mais tarde pode sempre adicionar alguns objectos de eleição e de qualidade, claro. 
  • Chãos despojados. Para além da mobília, não deve ter absolutamente mais nada no chão – seja livros, revistas, objectos por arrumar ou caixas cheias de coisas das quais já nem se lembra. Aqui tem três opções: deite fora/recicle, doe ou armazene nalgum sítio longe da vista.
  • Superfícies despojadas. O mesmo princípio deve ser aplicado às superfícies, ou seja, nada para além do essencial e uma ou duas simples decorações (veja o ponto 10). Mais uma vez deite fora/recicle, doe ou armazene. As superfícies despojadas são uma das principais características de uma casa minimalista.
  • Paredes despojadas. Existem pessoas que gostam de cobrir as paredes das suascasas com tudo e mais alguma coisa – o que não tem nada de minimalista.Mantenha as paredes imaculadas, excepto uma ou duas obras de arte espectaculares (veja o ponto 9).
  • Guarde as coisas longe da vista. Este ponto já foi várias vezes mencionado acima, no entanto, é importante reforçar que tudo deve ter o seu próprio local de arrumação, seja em gavetas ou armários. As prateleiras devem ser utilizadas para organizar livros, CDs e DVDs, mas não devem ter muito mais além disso.
  • Locais de armazenamento. Uma vez que vai simplificar e organizar, atribuindo um lugar específico a cada coisa, é igualmente importante tornar as gavetas e armários de armazenamento também eles minimalistas. No entanto, se preferir, este processo de eliminar, doar ou reciclar pode ser feito numa segunda fase.
  • Arte simples. Para evitar que as divisões da casa se tornem demasiadas “desenxabidas” pode perfeitamente pendurar uma pintura, uma ilustração ou uma fotografia em cada parede, de preferência numa moldura simples e em tons suaves. Porém, se possível, mantenha algumas paredes vazias. 
  • Decorações simples. Como já foi mencionado acima, um ou dois apontamentos decorativos são o suficiente para um quarto minimalista – uma jarra de flores ou uma planta são dois bons exemplos. Se grande parte do espaço ostenta cores suaves, os apontamentos decorativos podem ser de tons mais fortes, caso do vermelho ou amarelo, para avivar um pouco o espaço.
  • Janelas discretas. Janelas despidas ou então vestidas com cortinas ou estores simples e de uma só cor são o ideal – janelas demasiadamente ornamentadas são uma distracção visual.
  • Padrões básicos. As cores sólidas são as melhores para tapetes e carpetes (se escolher tê-las), mobília, têxteis-lar… Padrões mais complexos, como os florais, estampados, quadrados ou riscas também contribuem para o ruído visual.
  • Cores discretas. Como já foi mencionado acima (ponto 10), não há nada de errado em ter um apontamento colorido numa qualquer divisão, porém, a restante decoração deve privilegiar tons mais discretos. O branco é uma cor minimalista clássica, mas na realidade qualquer cor sólida que não incomode a vista pode ser utilizada (azuis, castanhos, beges, verdes…). 
  • Edite e elimine. Depois de ter simplificado uma divisão, a verdade é que provavelmente consegue minimizá-la ainda mais. Deixe passar alguns dias e volte a olhar para esse quarto com outros olhos: o que pode ser eliminado? Armazenado? O que não é essencial? Repita este exercício duas ou três vezes por ano.
  • Desfrute. Depois de ter simplificado um quarto, pare um momento, olhe à sua volta e desfrute do espaço que acabou de criar. Não há nada mais pacífico ou satisfatório do que uma casa minimalista.

Para visualizar na prática um ambiente minimalista, seguem algumas fotos.

Crédito das imagens: Google imagens

fonte: http://conversandosobredesign.blogspot.com.br/

é… estamos ferrados???

E falando em legalização do design. Encontrei uma matéria, do meu colega de blog Paulo Oliveira, que fala de como ficou a situação do designer de interiores perante o congresso. Gostaria do apoio de todos os meus colegas designers para mudarmos isso!

 

Confira a materia completa, sensacional!

é… estamos ferrados???.

 

Vamos refletir um pouco mais sobre o que anda acontecendo com o dito “design brasileiro”. =O

De dentro pra fora…

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Quando se esta pensando na construção, pouco se pensa na finalização de alguns materiais, entao hoje resolvi pesquisar sobre janelas, ja que alem da estetica ter q combinar com a contrução a sua função vai muito além disso.

As janelas são consideradas componente das edificações, embora elas, em si, sejam um sistema de partes fixas e móveis, constituído por diversos componentes que se encaixam ou se ajustam para permitir o seu funcionamento. Elas são projetadas com as seguintes finalidades:

1- controlar a iluminação ambiente;
2- promover uma ventilação adequada;
3- impedir a penetração de águas pluviais e ventos;
4- isolar o ambiente do ruído externo;
5- oferecer segurança contra entrada de pessoas estranhas e animais;
6- oferecer conforto na sua utilização e no seu manuseio.

Os principais modelos disponíveis no mercado são:

• Bay-window – típica da arquitetura inglesa, esse modelo de janela, sempre instalada no piso térreo, tem três faces que se projetam para fora do prumo da construção. Possui variações como a oriel-window, instalada no andar superior e ocupando todo o pé-direito do ambiente, e a bow-window, que, em vez de facetada, projeta-se para fora das paredes como um volume semicircular.

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• Sanfonada – também conhecida como camarão, move-se no sentido horizontal, flexionando suas folhas com a ajuda de dobradiças. Regula bem a entrada de luz e ar, mas quando fechada não permite boa estanqueidade.

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• Basculante – projeta-se para dentro ou para fora, num movimento de rotação em torno de um eixo horizontal ou por meio de um braço de articulação. Dependendo do ângulo de abertura de suas folhas, a ventilação é parcial mas constante

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• Máximo-ar – denominação de janelas cuja abertura deixa os vidros numa posição perpendicular em relação à esquadria. Garante boa ventilação e iluminação, mas pouca privacidade.

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• Veneziana – com palhetas na horizontal, que se apóiam na caixilharia. Além da de palhetas estreitas, existe o tipo portuguesa, cujas palhetas em balanço avançam para fora do caixilho. Proporciona ventilação mesmo fechada.

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• De correr – bastante utilizada, move-se ao longo de trilhos; é chamada de deslizante quando se abre para as laterais, e de guilhotina quando se abre para cima e para baixo. Em ambos os casos, apresenta manobras simples, que poupam os espaços ao redor, tanto interna como externamente. A ventilação apenas se dá em 50% da abertura.

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• De abrir – assim são chamadas as janelas tradicionais que liberam 100% do seu vão para entrada de ar, sem nenhuma resistência ao vento. Existem as de folhas duplas (caso se abram para dentro, dificultam a colocação de cortinas; se para fora, o uso de grades de segurança ) e as de folhas simples. Tanto numa quanto noutra, as folhas se  fixam apenas quando abertas ou fechadas totalmente.

• De tombar – este tipo de janela, como o nome já diz, tomba para dentro, mas apenas na parte superior da esquadria. Apesar de não liberar totalmente o vão, oferece aeração constante e boa vedação contra chuvas e ventos.

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• Pivotante – determinada por movimento giratório em torno de um eixo (pivô) vertical instalado no meio da abertura ou mais próximo de uma das bordas. Cria vãos que permitem a circulação do ar em todo o ambiente, mas dificulta a colocação de cortinas e grades.

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• Vitrôs – uma ou mais folhas de vidro que se movem na vertical ou na horizontal a partir do comando de uma alavanca. Além de não liberarem o vão para passagem total do ar, proporcionam reduzida vedação.

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• Vidro fixo – este tipo de janela se caracteriza pela imobilidade tanto dos vidros como dos caixilhos, que se mantém fixados à abertura. Com luminosidade, estanqueidade e segurança garantidas, a aeração, por sua vez, é nula.

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Geralmente, as esquadrias são produzidas em quatro materiais básicos: madeira, alumínio, aço (fero) e PVC.
A madeira, má condutora de calor e som, mas excelente isolante termoacústico, destaca-se pela nobreza que confere aos acabamento. São as mais recomendadas para casas de praia e campo por oferecer, quando tratadas corretamente, boa resistência à maresia e intempéries. Aliás, o tratamento recebido pela madeira é de fundamental importância para determinar a opção pelo produto. O tipo de madeira também deve ser observado, já que algumas são mais resistentes a microorganismos que outras, não necessitando sequer de tratamento.
As de aço, conhecidas como “de ferro”, difundiram-se entre as construções populares; pelo fato do material ser sensível à corrosão, esse problema foi minimizado com adição de cobre ao aço. Assim como as de alumínio, são boas condutoras de calor e som, e, conseqüentemente, péssimos isolantes termoacústicas.
A corrosão, que ataca o aço, não tem efeito sobre o alumínio.
O PVC utilizado na produção de caixilhos é o PVC Plus, que recebe aditivos químicos dotando-o de maior tenacidade a impacto e calor, e pigmentos para cor. Além do ótimo isolamento termoacústico, o PVC oferece boa vedação à água e ao ar, e demonstra grande resistência à poluição química.

Os vidros são elementos de destaque nas janelas, proporcionando segurança, luz e visibilidade às construções. O mais comum é o cristal liso, encontrado nas cores fumê, verde e bronze e com espessuras de 3 a 6mm. Porém, existem tipos tecnicamente mais sofisticados. É o caso do laminado, ideal para segurança, que apresenta uma camada de polivinil butiral (espécie de plástico prensado entre os vidros) que, mesclando tonalidades diferentes de vidro e plástico, permite maior diversidade de cores. Sua espessura varia de 6 a 40mm; em caso de quebra, os cacos se mantém grudados ao butiral.
Os aramados, com arames na horizontal e vertical, são fundidos junto com os componentes do vidro (sílica). Translúcidos e sem cor, constituem-se numa alternativa que fica apenas na promessa da paisagem, deixando a luz passar sem revelar com nitidez as imagens. Têm de 6 a 7mm de espessura.
Finalmente, os temperados, obtidos a partir do aquecimento e resfriamento abruptos dos materiais. Não permitem cortes ou furos depois de prontos, são produzidos sob encomenda, podendo ter 6, 8 ou 10mm de espessura. As colorações mais comuns são verde, marrom e cinza.
A fixação do vidro ao caixilho pode ser feita com a tradicional massa de vidraceiro (que apresenta o inconveniente de rachar, com o tempo) ou por silicone, que prende o vidro ao caixilho com tiras de borracha e garante total estanqueidade.

Fonte: Revista Arquitetura & Construção – mai/93.

http://aprendaaconstruirereformar.blogspot.com.br/2011/01/tipos-de-janela.html

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